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Novo conto erótico de audio by Julia Amendoas

  • Posted on April 5, 2014 at 6:14 pm

Mais uma delicia na voz da delicia Julia Amendoas – Swing – Troca de Casal

Aew Galera novidades no site, contos erótico de audio by Julia Amendoas

  • Posted on April 4, 2014 at 5:38 pm

A putinha novinha da net Julia Amendoas nos solicitou publicar contos de audio erotico narrados por ela ai vai:

To Sell – Vendendo

  • Posted on February 22, 2014 at 8:36 pm

cueca-grande

I’m selling this full website and domain.

This one and portaldoscontos.com

Estou vendendo este website e os domínios este e portaldoscontos.com

Dei para o pai da minha amiga

  • Posted on February 22, 2014 at 8:14 pm

Dei para o Pai de minha amiga

Meu nome é Clara, peso 56 quilos muito bem distribuídos, tenho cabelos pretos e lisos até os ombros, olhos castanhos claros, peitos médios e durinhos, bunda média e empinada, tenho 19 anos e moro em Santos. Divido um apartamento com três amigas, elas são minhas companheiras de todas as horas, porém na faculdade também tenho muitas amigas e uma delas é a Duda que faz o mesmo curso que o meu – Fisioterapia – é com ela que faço meus trabalhos e saímos pras festas da faculdade. Algum tempo atrás após ter terminado com meu namorado passei a sair mais, mas houve um tempo em que era impossível, pois era época daqueles trabalhos enormes que passavam (quem faz faculdade sabe…). Então passei a freqüentar a casa da Duda

A professora de física

  • Posted on November 29, 2013 at 10:26 pm

 

Diabinha GostosaA terceira aula no colégio começava naquela tarde ensolarada de segunda-feira. Minha professora de física é alta, bundinha cheia e redonda, bem gostosinha. Uma cintura boa e bem delineada, além dos seios grandes. Estávamos quase no fim do ano, já não me interessava mais em fazer as atividades pois já havia praticamente repetido naquela matéria.

 

Passava a tarde toda cochilando, até o sinal tocar para o horário do intervalo e eu nem havia me dado conta. Ficamos eu e ela na sala e despertei com ela passando a mão em meus cabelos, sussurrando um singelo “acorda”. Quando a olhei, estava sorrindo para mim (não um sorriso sapeca, mas sim uma risada de graça, pelo fato de eu estar dormindo).

 

Saímos da sala, ela na frente e eu logo atrás, meio mal-humorado. No meio do caminho, pelo corredor, ela se lembrou que havia esquecido de sua garrafinha de água preferida e então voltou para buscá-la. Já eu, havia ido para a saída no corredor que dava ao pátio e, para a minha surpresa, a porta estava trancada. Como não queria fazer papel de idiota e ficar gritando para alguém abrir, decidi voltar para a sala e pedir para a professora ligar para a diretoria.

 

Ao chegar a sala, faço a curva para entrar na sala e me deparo com ela de quatro ao chão, tentando apanhar alguma coisa. Meio zonzo por estar com sono, trombo com o corpo dela e acabo por esfregar o pau naquele rabo delicioso, que mulher maravilhosa. A professora assustada e olha para trás me encarando, dizendo:

 

— Tá dormindo, garoto!?

 

Eu não consegui responder. Falei apenas que o portão para a saída estava fechado e que precisava de uma forma para sair e voltar para casa.

 

Ela estava com os materiais de aula em mãos, voltou para a mesa e apanhou o celular dentro da bolsa. Procurava com pressa o número da escola na lista dela e virou-se para mim. Percebi que me media, de cima a baixo com os olhos, como se estivesse me devorando, ao menos foi o que queria que fosse. Agora sim a professora de física ria de forma safada, olhando bem entre as minhas pernas. Comecei a ficar um pouco quente com aquela situação toda e coloquei a mão sobre o pau para tentar acalmar o garoto. Ainda procurando o número, a professora de física disse:

 

Pena que esse pau aí não funciona.

Inciada pela professora – lesbica

  • Posted on November 15, 2013 at 11:39 am

deliciaEssa história aconteceu há um tempo quando eu tinha 21 anos e estava na faculdade de Direito. Havia uma professora chamada Lívia, que simplesmente era maravilhosa: inteligente e ainda por cima, linda. Nas suas aulas prestava bastante atenção e não conseguiu tirar os olhos dela. Não entendia muito bem o que estava acontecendo. Nunca tinha sentido isso antes por uma mulher. Quando passava por ela pelos corredores, meu coração disparava, mas não conseguia deixar de olhá-la. Acho que ela percebia minhas olhadas, mas não sabia se ela não retribuía por vergonha de está na faculdade ou se realmente ela não se interessava por mulheres. Fim do semestre. Férias. A minha paixonite deu uma esfriada. Mas quando fui fazer a matrícula para o outro semestre, vi que tinha aberto vaga para monitoria da disciplina dela.

Serviçal Submissa Disponível – Parte 2 Final

  • Posted on November 3, 2013 at 3:08 pm

Buceta LindaContinuação de ” Serviçal Submissa Disponível”

Depois que todos os convidados chegaram e se acomodaram na sala da casa do Sr. Rodrigo, ele mesmo colocou-me uma coleira com uma corrente e fui obrigada a andar como uma cadela pela sala.

- Lugar de cadela ? debaixo da mesa, vá e faca o serviço em todos que estão aqui! – ordenou ele.

Completamente nua, entrei embaixo da mesa da sala e comecei a chupar um por um e engolir o leitinho de todos eles.

Depois de engolir o leitinho de todos os homens, senti a minha coleira sendo puxada e sai debaixo da mesa, foi quando vi que todos eles tinham capuzes sobre o rosto para não serem reconhecidos.

O Se. Rodrigo me puxou a coleira até a parede e fui amarrada com as mãos para cima, nisto os dois mais velhos iniciaram a me açoitar. Eles diziam que me açoitavam para que eu me comportasse bem. Depois pegaram uma espécie de chicotinho com vários fios e de pernas abertas iniciaram um pela frente outro por trás a me acoitar a bunda e a buceta, até ficar em carne viva, foi então que me soltaram e eu caída no chão comecei a ser fudida pelos dois, um comia a buceta e o outro o cuzinho e se alternaram até cansar.

Então foi a vez dos outros homens, todos juntos eram quatro e eu recebia duas picas no cu e duas na buceta, foi quando comecei a chorar de dor, então fui novamente amarrada contra a mesa da sala com as pernas abertas, eles se revezavam em comer a minha buceta e o meu cuzinho, quando achei que tinham terminado eles me disseram que eu seria castigada por nao ter dado a eles o que queriam e pagaram uma dp anal e vaginal, pedi desculpas e concordei com a cabeca em ser castigada por eles, foi quando viu um deles acendendo um charuto… neste momento fui amordaçada para que não gritasse já que o charuto seria apagado na minha boceta.

Só senti a brasa quente na minha boceta.

Serviçal Submissa Disponível – Parte 1

  • Posted on November 3, 2013 at 3:06 pm

Delicia de BundaServiçal Submissa Disponível – Parte 1

Eu queria muito viajar, mas sem trabalhar seria difícil conhecer o mundo, até que surgiu uma oportunidade bem do lado da minha casa.

Era o nosso vizinho que estava procurando por uma empregada, o anuncio dizia: ” Afazeres domésticos, disponibilidade e subserviência serão bem remunerados”

Eu nunca tinha trabalhado como serviçal, pois morava com meus pais e dificilmente fazia alguma coisa em casa, mas sempre tem uma primeira vez e decidi em vez de ligar, me apresentei diretamente em sua casa.

-Pois nao? – respondeu me ao abrir a porta

- Vim pelo anuncio – respondi- Meu nome ? Lara.

Ele me fez então entrar, como estava calor eu estava com um short lycra, top e tênis. Eu queria provocar o nosso vizinho e sabia que indo a entrevista deste jeito acabaria conseguindo o emprego, só não esperava que para conseguir este trabalho passaria por um teste, exatamente quando lhe disse que era de maior.

Minha Sobrinha Doutora Exame

  • Posted on November 3, 2013 at 1:31 pm

doutoraOlá pessoal, um sonho com a minha sobrinha doutora, virou realidade.

Estava na piscina da casa dela curtindo um sol gostoso quando ela chegou de viagem para curtir as últimas férias antes de iniciar a era dos plantões na faculdade. Estávamos sozinhos em casa e ela foi colocar um biquíni para me fazer companhia.

Logo voltou com um biquíni fio dental rosa que cobria somente a bucetinha e os mamilos dos seios. Flavia é uma garota muito gostosa, 22 aninhos, 1,70m, cabelos cacheados, olhos verdes, corpo atlético, adora capoeira, seios não muito fartos mas durinhos, coxas fortes e uma bundinha redondinha, um tesão de mulher.

- Oi tio, passe o bronzeador nas minhas costas, por favor?

- Claro, minha doutora, deite-se que vou passar.

Ela deitou-se na toalha de bruços e comecei a passar o bronzeador inicialmente nos pés e subindo pela batata da perna, envolta das coxas e depois nas costas. Ela soltou o cordão do bustiê do biquíni, liberando seus seios e deixando as costas livres. Terminei de passar nas costas e pescoço, então veio à primeira surpresa.

Taxista Gaúcho

  • Posted on November 1, 2013 at 11:00 pm

sungafora-300x199Taxista Gaúcho

Meu nome Carlos (32), casado e sem filhos, macho (1,75m  78kg, 19 cm grosso) e curto umas boas brincadeiras com outro macho com o mesmo perfil que eu. Só que onde moro prefiro manter a discrição e fico mais tranqüilo. Moro no interior de SP e sempre estou em viagem de trabalho para BH, RJ, Curitiba e Poa. E nessas viagens, às vezes, rola alguma coisa, como aconteceu há duas semanas.

Estava em Porto Alegre, cidade que gosto muito. E quando tenho que ficar inclusive o final de semana aproveito para conhecer alguns lugares. Fui conhecer o Nova York 72, bar bem freqüentado considerado pela Veja um dos melhores locais para paquera (Hetero). Prefiro lugares Heteros ou liberais a lugares exclusivamente GLS. Nada contra. Questão de opção mesmo. Fiquei por lá vendo o movimento, realmente o lugar é freqüentado por gente muito bonita, acima dos 25 anos e o clima era descontraído e de paquera. Mulherada gaúcha olhava bastante, aproveitei pra paquerar tmb. Foi divertido, mas nada aconteceu, não tava afim de pegar nenhuma mulher alta de bebida. Resolvi ir embora. Peguei um taxi rumo ao hotel. O taxista, percebendo que eu não era gaúcho pelo sotaque, puxou papo perguntando como estava a noite de mulherada no local. Disse que estava boa, muita mulher bonita. Perguntou se peguei alguma e disse que fiquei na paquera e que foi divertido. O taxista disse então que sempre faz pontos de final de balada a noite e que ali era muito bom. Aproveitei que estávamos ali falando no assunto e emendei: ?vc deve ter muitas histórias pra contar então, levando embora mulheres já altas de bebida?. Na hora ele soltou um ?Bahhhhhh? ? tenho muitas. Ai pedi pra ele contar uma.